Ocorreu-me uma comparação idiota.
As pessoas são que nem aranhas. Têm as suas teias, e nós, que nem insectos, ficamos muitas vezes presos nelas.
Aproximamo-nos sem medo (que ingénuos que somos!) e convictos que não há perigo, que não vamos lá ficar retidos.
Quando damos por nós já nada podemos fazermos, estamos presos, agarrados, impedidos de qualquer movimento. É aí que as personagens mudam: já não há aranhas ou insectos, o jogo é outro.
Agora que estamos presos, submetemo-nos às vontades de quem nos prendeu.
Qualquer tentativa de fuga é inutil.
E aí só nos resta esperar.
(Que post idiota! Eu hoje estou idiota!)